quarta-feira, 13 de março de 2013

O épico bíblico hollywoodiano - O espetáculo como estética da salvação

Divulgo meu artigo recén publicado pela Revista Rebeca, órgão da Socine, organização que nos é muito cara. Segue o resumo e o link para os interessados. O assunto é antigo, a abordagem é nova, espero que gostem e que seja útil.

http://www.socine.org.br/rebeca/dossie.asp?Código=109


O épico bíblico hollywoodiano - O espetáculo como estética da salvação 

    

  Neste artigo tratamos do gênero épico bíblico hollywoodiano. Não obstante ser um dos gêneros que contam com alguns dos filmes mais importantes da história de Hollywood, como Os dez mandamentos (DeMille), A maior história de todos os tempos (Stevens) e Ben-Hur (Wyller), a sua conceituação e pesquisa ainda permanecem num terreno inicial. Aqui se apresenta o gênero, suas características e história, ao mesmo tempo em que se faz uma discussão crítica da metodologia utilizada por autores como Jon Solomon e Babington & Evans na análise e constituição do corpus de filmes que o compõe. Discute-se a leitura que se fez da Bíblia como fonte dos filmes e como ponto de partida da análise por aqueles autores, bem como se discute a divisão do gênero nos tipos Velho Testamento, filmes de Cristo e épicos romanos/cristãos, realizada por Babington & Evans. Busca-se prioritariamente compreender a origem dos temas e assuntos que inspiraram essas produções, procurando dessa forma avançar nas discussões relativas ao gênero.

O Papa Chico

O novo Papa vem de uma tradição mais que respeitável da Igreja Católica, a dos Jesuítas. Alguns não gostam outros gostam. A verdade - a que conheço - é que sempre fizeram trabalho dos mais honestos no âmbito da pesquisa e da educação. São verdadeiros intelectuais da Igreja, dinâmicos, políticos, fortes, e normalmente mantém opiniões corajosas, mesmo em sutil discordância com a Santa Sé.
O que li ...sobre o novo Papa não parece desmentir a tradição Jesuítica. Parece ser um homem de coragem, posições claras, e com uma leve abertura para os problemas contemporâneos. A escolha do nome Francisco, traz algumas esperanças, pois sinaliza para o santo de mesmo nome. Francisco de Assis, apesar de correr por fora da báia, no que tange à política da Igreja Medieval, foi um dos seus mais renomados e profundos reformadores. O seu voto de pobreza, a escolha pelos pobres e as atitudes corajosas indicam o caminho que o novo Papa parece escolher. Hoje no trabalho já estávamos conversando sobre o assunto, e o nome - bem escolhido - já inspirou simpatia, ele já virou o Papa Chico. Outro colega remendou dizendo que em espanhol o apelido seria Paco, mas acho que ficaria estranho Papa Paco, são pás demais, rs. Boa sorte Papa Chico!